quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Uma manhã

Uma manhã você senta num boteco, pede um pão na chapa e um café e fica observando o movimento das muitas pessoas que entram e saem. Os funcionários ocupados, de um lado para o outro, atendendo clientes. Pessoas apressadas a caminho do trabalho, pessoas conversando animadamente, e outras com ar cansado e abatido. E você fica pensando no que move essas pessoas. Quais são seus sonhos, o que as faz feliz, pelo que sofrem. No final das contas estão todos lutando para sobreviver a sua própria maneira. Lidando com seus próprios problemas.
A gente tende a não conseguir entender o que sentem os outros, porque somos outros. A nossa cabeça já é complexa o bastante pra conseguir entender a alheia. Bastaria não julgar, e aceitar que somos todos diferentes em nossa essência, mas também iguais nos sentimentos. Calar as vezes. E haveria bem menos conflitos no mundo.
Ninguém é melhor que ninguém.

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