Nossa, esse mês passou voando. A vida tá passando voando e eu sigo trabalhando. Mereço férias!!
Mereço uma cama quente pra repousar meu corpo e uma almofada bem fofinha pra repousar meu coração. Tem gente fazendo do pobrezinho gato e sapato. Essa pessoa só não percebe que uma hora, ele cansa de ser maltratado.
Fim de outubro, meu niver chegando, hora de fechar alguns circulos, pesar o que fiz, o que vivi e o que quero daqui pra frente.
E lá vamos nós...
sábado, 23 de outubro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Quem precisa de um Futuro?
Eu. Eu preciso de um futuro. Uma idéia de. Um plano. Uma expectativa. Não sei viver sem ter algo a almejar.
Parece que tem gente que consegue viver sem isso e acho que não são muitas. Só que algumas são mais dependentes do futuro do que outras pois há quem conseguia viver melhor o hoje. Estar aqui.
A este respeito, Flavio Gikovate escreve em um texto daquele livrinho que comentei alguns posts atrás, que devemos viver a vida como um filme, e não como uma foto. Segundo ele, é equivocada a idéia que um dia atingiremos um estado estável e constante de felicidade, como se olhássemos o tempo todo para uma foto feliz querendo estar nela. E continua dizendo que cabe algum sacrifício hoje em favor do amanhã, mas que temos que aproveitar também o que estamos vivendo agora. E se o hoje está ruim, devemos tentar mudá-lo ao invés de sonhar com a chegada daquele ideal.
Faz sentido. Hora de eu guardar aquela foto na gaveta.
Parece que tem gente que consegue viver sem isso e acho que não são muitas. Só que algumas são mais dependentes do futuro do que outras pois há quem conseguia viver melhor o hoje. Estar aqui.
A este respeito, Flavio Gikovate escreve em um texto daquele livrinho que comentei alguns posts atrás, que devemos viver a vida como um filme, e não como uma foto. Segundo ele, é equivocada a idéia que um dia atingiremos um estado estável e constante de felicidade, como se olhássemos o tempo todo para uma foto feliz querendo estar nela. E continua dizendo que cabe algum sacrifício hoje em favor do amanhã, mas que temos que aproveitar também o que estamos vivendo agora. E se o hoje está ruim, devemos tentar mudá-lo ao invés de sonhar com a chegada daquele ideal.
Faz sentido. Hora de eu guardar aquela foto na gaveta.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Individuo
Esta tem sido uma das dúvidas mais cruciais da minha vida. Onde está o limite entre individualidade e individualismo? Como demonstro me importar com alguém sem ceder a chantagens? Sem ceder a mãnhas?
Acho admiráveis aquelas pessoas que existem além dos outros. Que estão confortáveis em sua própria vida. Que não se importam com a opinião dos outros porquê suas cabeças estão feitas. Aquelas pessoas que, parafraseando o poeta, cuidam de seu próprio jardim para que as borboletas venham até elas.
Um dia eu chego lá!
Acho admiráveis aquelas pessoas que existem além dos outros. Que estão confortáveis em sua própria vida. Que não se importam com a opinião dos outros porquê suas cabeças estão feitas. Aquelas pessoas que, parafraseando o poeta, cuidam de seu próprio jardim para que as borboletas venham até elas.
Um dia eu chego lá!
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Getting away
Às vezes é bom se afastar do nosso ambiente. Fazer parte de outro mundo. Andar por outras ruas. Ver que o mundo é grande e por aí tudo que as pessoas querem é serem felizes, estejam aonde estiverem.
Às vezes afastar-se, mostra que, lá em casa, você está mais perto de algumas pessoas e mais longe de outras do que imaginava.
Às vezes você se descobre querido, ao mesmo tempo que percebe o quanto está só.
Toda mudança de perspectiva é bem vinda e amplia a visão.
Às vezes afastar-se, mostra que, lá em casa, você está mais perto de algumas pessoas e mais longe de outras do que imaginava.
Às vezes você se descobre querido, ao mesmo tempo que percebe o quanto está só.
Toda mudança de perspectiva é bem vinda e amplia a visão.
domingo, 22 de agosto de 2010
E adianta falar?
Por que a gente gasta tanta energia tentando convencer os outros das coisas? Aliás, por quê a gente tem que convencer alguém a seguir a nossa opinião? Pura ilusão.
Uma coisa que aprendi com certeza é que a atenção das pessoas é seletiva. Sempre. As pessoas só ouvem, vêem, percebem aquilo que as interessa.
Então não se frustre. Se sua verdade servir para você, já é uma grande coisa!
Tati
Uma coisa que aprendi com certeza é que a atenção das pessoas é seletiva. Sempre. As pessoas só ouvem, vêem, percebem aquilo que as interessa.
Então não se frustre. Se sua verdade servir para você, já é uma grande coisa!
Tati
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Trabalhar pra quê?
Perguntinha que vem a cabeça às segundas feiras. Trabalhar pra quê?
Por quê você tem que pagar contas? Ter casa? Carro? Ser uma pessoa respeitável? Pode ser por isso. As contas chegam mesmo todo mês e, no fundo, todo mundo quer conforto e um pouco de segurança. Cada um achando que conforto e segurança são coisas diferentes.
Mas, por mais que a gente reclame do trabalho "9 to 5", não dá pra viver de ócio. Pelo menos eu não consigo.
A gente sem nada pra fazer fica com a cabeça cheia de caraminholas ou se mete na vida dos outros sem ser chamado. Sem contar que a gente sempre precisa de um senso de utilidade na vida pra não sentir que jogou nossa existência fora.
Também não vou chamar de trabalho apenas o trabalho remunerado. Você pode não precisar (casos raros), ou pode ser que este trabalho remunerado não te dê o tal senso de utilidade. Pode ser um trabalho voluntário, pode ser um trabalho meio período, pode ser mais um curso, pode ser que você fique reformando a casa infinitamente, ou planejando sempre uma nova viagem. A questão é essa, aquela idéia de que a gente consegue viver olhando para o mar, não existe. Uma hora ou outra, você vai caçar o que fazer.
Então relaxe e tente fazer algo de que goste ao menos em parte do tempo.
E boa segunda feira :-)
Por quê você tem que pagar contas? Ter casa? Carro? Ser uma pessoa respeitável? Pode ser por isso. As contas chegam mesmo todo mês e, no fundo, todo mundo quer conforto e um pouco de segurança. Cada um achando que conforto e segurança são coisas diferentes.
Mas, por mais que a gente reclame do trabalho "9 to 5", não dá pra viver de ócio. Pelo menos eu não consigo.
A gente sem nada pra fazer fica com a cabeça cheia de caraminholas ou se mete na vida dos outros sem ser chamado. Sem contar que a gente sempre precisa de um senso de utilidade na vida pra não sentir que jogou nossa existência fora.
Também não vou chamar de trabalho apenas o trabalho remunerado. Você pode não precisar (casos raros), ou pode ser que este trabalho remunerado não te dê o tal senso de utilidade. Pode ser um trabalho voluntário, pode ser um trabalho meio período, pode ser mais um curso, pode ser que você fique reformando a casa infinitamente, ou planejando sempre uma nova viagem. A questão é essa, aquela idéia de que a gente consegue viver olhando para o mar, não existe. Uma hora ou outra, você vai caçar o que fazer.
Então relaxe e tente fazer algo de que goste ao menos em parte do tempo.
E boa segunda feira :-)
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Sinto falta
Hoje estou sentindo uma nuvem cinza na cabeça. A vida anda tão rápido, são tantos compromissos, tantas opiniões, tantas regras que nos governam que bate um cansaço enorme.
Parece que tão pouco depende da gente, tão pouco é controlável que a gente se sente carregado, jogado de um lado ao outro. Parece que tomou um "caldo", engoliu um monte de água salgada e perdeu o biquini. Pura fadiga.
As vezes dá vontade de a vida não ser nada mais do que uma tarde calma e quente a beira do mar, onde tudo é aconchego, acolhimento e falta de pressa.
Sinto falta disso.
Parece que tão pouco depende da gente, tão pouco é controlável que a gente se sente carregado, jogado de um lado ao outro. Parece que tomou um "caldo", engoliu um monte de água salgada e perdeu o biquini. Pura fadiga.
As vezes dá vontade de a vida não ser nada mais do que uma tarde calma e quente a beira do mar, onde tudo é aconchego, acolhimento e falta de pressa.
Sinto falta disso.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Coerência
Ok, ok. Atire a primeira pedra quem nunca cedeu aos encantos de um daqueles livrinhos de bolso com frases motivacionais, ou dicas diversas que trazem a possibilidade de uma nova vida em um parágrafo! Eu nunca tinha cedido a um destes livrinhos, até que topei com um escrito pelo psiquiatra Flavio Gikovate. Gosto de ouví-lo na radio CBN porque acho o Gikovate um homem muito sensato, que não parece falar de "Segredos", mas de atitudes simples para uma vida melhor.
Eis que o bendito livrinho Superdicas Para Viver Bem e Ser Mais Feliz da editora Saraiva me saltou aos olhos pela força do nome do autor. Não resisti. E as "dicas" lembram mesmo muito o tom do programa de rádio, e se vocês me permitem, vou compartilhar uma ou outra aqui.
O de hoje tem a ver com o minuto pessoal de reflexão expresso em meu último post.
Espero que sirva para alguma coisa :-)
Tati
"Seja livre : pense e aja com coerência. (Flavio Gikovate)
A questão da liberdade está relacionada com a nossa capacidade de depender menos do meio em que vivemos. Isso só é possível quando estamos fortes internamente. Só poderá ser livre quem tiver focado sua atenção na auto-estima e não na vaidade, condição que nos torna menos dependentes do aplauso.
A liberdade estaria, por si, condenada se correspondesse a um modo específico de ser. Ser livre não é ser desta ou daquela maneira. Não é se vestir de uma forma mais tradicional ou descontraída. Penso que o ideal é definí-la como a sensação íntima de alegria que deriva de estarmos agindo de forma coerente. Ou seja, que nossas ações estejam sempre - ou quase sempre - em concordância com nosso ponto de vista. Quando o objetivo principal é agradar as pessoas que nos cercam, quase sempre temos que abrir mão de nossas convicções, e isso é fatal para quem deseja ser livre.
Não é grave nem problemático fazer concessões e agir de acordo com a vontade das pessoas com as quais convivemos mais intimamente. Isso naquelas decisões que tomamos e nas quais abrimos mão de coisas que não interferem em nossos principais objetivos de vida. É fácil conceder sobre o restaurante onde quero jantar, mas eu não mudaria a forma como lido com a minha profissão.
O ser livre está no comando de sua vida, de modo que possa agir de acordo com a sua razão. Não é escravo nem de suas emoções nem da vontade das outras pessoas. Isso é possível quando atingimos um grau de maturidade emocional que devemos perseguir com afinco. É muito bom não ter medo da rejeição afetiva que assusta tantos e conduz à submissão. É óbvio que o ser livre tem limites : têm de respeitar os direitos dos outros. "
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Quem sou?
Onde estou? De onde vim? Para onde vou?
Identidade.
A gente passa a vida buscando quem é. A que grupo pertence. E às vezes - muitas vezes - se deixa dominar por medo de não fazer parte de um grupo.
Se você não sabe o que quer, ao menos saiba o que NÃO quer. Já é um ótimo começo e evita que você comece se odiando logo de saida.
Não force a barra.
Identidade.
A gente passa a vida buscando quem é. A que grupo pertence. E às vezes - muitas vezes - se deixa dominar por medo de não fazer parte de um grupo.
Se você não sabe o que quer, ao menos saiba o que NÃO quer. Já é um ótimo começo e evita que você comece se odiando logo de saida.
Não force a barra.
terça-feira, 29 de junho de 2010
INSEGURANÇA
Insegurança. Andei sofrendo muito com ela. Não só com a minha própria, mas também com a insegurança alheia a meu respeito ou a respeito da relação comigo. Por isso, corri pela internet em busca de algumas definições.
Abaixo junto alguns trechos com os links para textos na internet que falam sobre o assunto. O primeiro com uma visão clínica. O segundo com uma visão feminina e o ultimo com uma visão masculina.
Have fun!
1. "A insegurança se caracteriza por um sentimento de inferioridade, de quem não se acha digno de ser amado poe entender que é uma pessoa comum e sem atrativos. A sensação de estar sob ameaça constante também é experimentada como insegurança. A insegurança emocional nem sempre reflete a realidade objetiva, pois fatores subjetivos concorrem para ela."
...
"As decisões sobre a realização de um investimento, seja emocional ou financeiro, dependem das perspectivas das aquisições futuras e do estado de confiança nessas perspectivas ou expectativas.(...)
Na ausência do conhecimento acerca de eventos que ainda estão por acontecer ou por imprecisão acerca da maneira como os eventos irão se desdobrar será afetado o nível de estabilidade emocional manifestando-se como insegurança."
http://www.icc-br.org/art/a197.pdf
2. "Ela se caracteriza por um sentimento de inferioridade, de quem não se acha digna de ser amada, de que não é possível que alguém ame uma pessoa tão comum e sem atrativos.
A pessoa insegura pensa que certamente surgirá alguém melhor do que ela para o seu parceiro. Ou, que talvez já exista, tentando roubá-lo de si.
Por não acreditar em si mesma, a insegura tem a impressão de que, a qualquer momento, perderá o ser amado. A insegurança feminina tem origem no medo de não ser amada e pode afetar tragicamente a sua estrutura emocional. Por não se achar digna de amor, a mulher pode fazer tudo para conquistar pequenas provas de afeição e se transformar numa escrava."
http://www.barradatijuca.com.br/revista/mulher-moderna/a-inseguranca-afasta-quem-voce-ama/
3. "O que está acontecendo? Acostumamo-nos a relações tão frívolas, que, uma vez passada a fase da paixão inicial, temos que “moldar” a outra pessoa a serem o que queremos.. senão podemos não amá-la mais? Temos tanto ciúme da outra pessoa que não damos o direito a ela de sequer pensar diferente de nós? Obrigamos as outras pessoas a nos “amar sem impor condições”...e impomos as nossas condições a elas, sem direito a questionamento? NÃO SABEMOS MAIS OUVIR “NÃO”????"
http://papodehomem.com.br/forum/showthread.php/1583-Inseguran%C3%A7a-Emocional.
Abaixo junto alguns trechos com os links para textos na internet que falam sobre o assunto. O primeiro com uma visão clínica. O segundo com uma visão feminina e o ultimo com uma visão masculina.
Have fun!
1. "A insegurança se caracteriza por um sentimento de inferioridade, de quem não se acha digno de ser amado poe entender que é uma pessoa comum e sem atrativos. A sensação de estar sob ameaça constante também é experimentada como insegurança. A insegurança emocional nem sempre reflete a realidade objetiva, pois fatores subjetivos concorrem para ela."
...
"As decisões sobre a realização de um investimento, seja emocional ou financeiro, dependem das perspectivas das aquisições futuras e do estado de confiança nessas perspectivas ou expectativas.(...)
Na ausência do conhecimento acerca de eventos que ainda estão por acontecer ou por imprecisão acerca da maneira como os eventos irão se desdobrar será afetado o nível de estabilidade emocional manifestando-se como insegurança."
http://www.icc-br.org/art/a197.pdf
2. "Ela se caracteriza por um sentimento de inferioridade, de quem não se acha digna de ser amada, de que não é possível que alguém ame uma pessoa tão comum e sem atrativos.
A pessoa insegura pensa que certamente surgirá alguém melhor do que ela para o seu parceiro. Ou, que talvez já exista, tentando roubá-lo de si.
Por não acreditar em si mesma, a insegura tem a impressão de que, a qualquer momento, perderá o ser amado. A insegurança feminina tem origem no medo de não ser amada e pode afetar tragicamente a sua estrutura emocional. Por não se achar digna de amor, a mulher pode fazer tudo para conquistar pequenas provas de afeição e se transformar numa escrava."
http://www.barradatijuca.com.br/revista/mulher-moderna/a-inseguranca-afasta-quem-voce-ama/
3. "O que está acontecendo? Acostumamo-nos a relações tão frívolas, que, uma vez passada a fase da paixão inicial, temos que “moldar” a outra pessoa a serem o que queremos.. senão podemos não amá-la mais? Temos tanto ciúme da outra pessoa que não damos o direito a ela de sequer pensar diferente de nós? Obrigamos as outras pessoas a nos “amar sem impor condições”...e impomos as nossas condições a elas, sem direito a questionamento? NÃO SABEMOS MAIS OUVIR “NÃO”????"
http://papodehomem.com.br/forum/showthread.php/1583-Inseguran%C3%A7a-Emocional.
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